Showing posts with label hey. Show all posts
Showing posts with label hey. Show all posts

Monday, November 5, 2007

and I feel fine...

That's great, it starts with an earthquake, birds and snakes, an aeroplane - Lenny Bruce is not afraid. Eye of a hurricane, listen to yourself churn - world serves its own needs, regardless of your own needs. Feed it up a knock,speed, grunt no, strength no. Ladder structure clatter with fear of height, down height. Wire in a fire, represent the seven games in a government forhire and a combat site. Left her, wasn't coming in a hurry with the furiesbreathing down your neck. Team by team reporters baffled, trump, tetheredcrop. Look at that low plane! Fine then. Uh oh! overflow, population, common group, but it'll do. Save yourself, serve yourself. World serves itsown needs, listen to your heart bleed. Tell me with the rapture and thereverent in the right - right. You vitriolic, patriotic, slam, fight, brightlight, feeling pretty psyched.
It's the end of the world as we know it.It's the end of the world as we know it.It's the end of the world as we know it and I feel fine.
Six o'clock - TV hour. Don't get caught in foreign tower. Slash and burn,return, listen to yourself churn. Lock him in uniform and book burning,blood letting. Every motive escalate. Automotive incinerate. Light a candle,light a motive. Step down, step down. Watch a heel crush, crush. Uh oh,this means no fear - cavalier. Renegade and steer clear! A tournament,a tournament, a tournament of lies. Offer me solutions, offer me alternativesand I decline.
It's the end of the world as we know it.It's the end of the world as we know it.It's the end of the world as we know it and I feel fine.
The other night I tripped a nice continental drift divide. Mount St. Edelite.Leonard Bernstein. Leonid Breshnev, Lenny Bruce and Lester Bangs.Birthday party, cheesecake, jelly bean, boom! You symbiotic, patriotic,slam, but neck, right? Right.
It's the end of the world as we know it.It's the end of the world as we know it.It's the end of the world as we know it and I feel fine... fine...

(It's time I had some time alone...)

conheces? (o planeta que habitas...)

Tuesday, October 16, 2007

what a shame.



" gossip all of the time. "



Saturday, September 22, 2007

# a -> b




" (...)


preciso do umbigo para rematar
os vazios que cosi à pele


todas as palavras com o peso de a noite ainda ser noite. "












hei-de estar na vossa rua paralela. do outro lado da estrada.

deixei de me importar com o quer que seja.
acabou;
ainda que não tenha começado nada.
pa ra pa pa pas por aí.

Friday, September 14, 2007

what's new pussycat?


Louis Wain. os gatos. a esquizofrenia. o século XX.
(um dia destes falo de centros de saúde. mas hoje estou mais para isto que outra coisa qualquer.)

Wednesday, September 5, 2007

(acercadavelhiceenãosó) mulher da erva



"Velha da terra morena
Pensa que é já lua cheia
Vela que a onda condena
Feita em pedaços na areia

Saia rota subindo a estrada
Inda a noite rompendo vem

A mulher pega na braçada
De erva fresca supremo bem

Canta a rola numa ramada
Pela estrada vai a mulher
Meu senhor nesta caminhada
Nem m'alembra do amanhecer

Há quem viva sem dar por nada
Há quem morra sem tal saber
Velha ardida velha queimada
Vende a fruta se queres comer

À noitinha a mulher alcança
Quem lhe compra do seu manjar
Para dar à cabrinha mansa
Erva fresca da cor do mar

Na calçada uma mancha negra
Cobriu tudo e ali ficou
Anda, velha da saia preta
Flor que ao vento no chão tombou

No Inverno terás fartura
Da erva fora supremo bem
Canta rola tua amargura
Manhã moça ... nunca mais vem."

Letra e música de Zeca Afonco
"Cantigas do maio"1971

se se ser é ser, sê-se.

Monday, September 3, 2007

b

nada disto faz muito sentido no sentido que nós decidimos dar as coisas, pois não?


-bestial*, então...


* post-it mental: pode-se ler bestial como se fosse "groovy". mas não. é bestial.

Saturday, August 4, 2007

feliz desaniversário p'ra mim.

porque amanhã é mesmo. sem ser ao contrário. sem serem doze, são vinte e um.

(e é claro que tinha que ser a um domingo.)

Tuesday, July 31, 2007

só tive duas barbies na vida e uma delas era a Mary Poppins.

http://www.youtube.com/watch?v=U-Qmcvt6kKA
quando a vida nos come, basta uma colher de açúcar.


(aborrecida. amanhã de certezinha que estou menstruada. sem fome. cansada. papá, mamã e maninho de volta. tabaco em maço. herpes. cabelo sujo. que bof. quero uma overdose de açúcar ou um parisiense se faz favor...)

Wednesday, July 11, 2007

surrealismo real

http://www.deviantart.com/deviation/59287723/




(só porque é impossível estudar Kant num sítio que passa Norah Jones. e obviamente porque é a foto do momento em que não parava de repetir " foda-se. foda-se. foda-se." ; o jaime é o melhor a captar os momentos todos, todos, todos [com ou sem máquina.]; vamos lá a ver se amanhã posso comer caramelos e ouvir novidades...)

Friday, June 22, 2007

grow my hair, I wanna be, wanna be, wanna be Jim Morrison.

gargalhada.

é agora que eu rebento com as veias dos braços e salto de vez para o eco do riso.

Thursday, June 14, 2007

minimundo (houses of the holy)


smurfs?

Tuesday, June 12, 2007

Crazy you said. It's all in your head.

(andava há dias a pensar neste videoclip, não é muito habitual, mas fui atingida pela vontade de me rir. abençoado VH1. mais uma velinha rôxa para acender ao lado da Santa de plástico imaginária. vamo-nos comercializar e esquecer o resto...)

Friday, June 8, 2007

but we're older should be wiser.


...Stupidity will only secure
some time away
And interest in this is just
acted out vague...

Wednesday, June 6, 2007

fazes-me falta.


Sempre fui nostálgica, sobretudo do que não chegou a
acontecer. Dos deslumbramentos a haver. Concentra-te na
felicidade, para que eu possa existir nela ainda contigo. Eras
diferente da maioria das pessoas da tua geração nessa
disponibilidade para o novo. A História é uma escola de
optimismo - apesar de tudo, sim, apesar de tudo. O Fernando
Savater dizia que se teria recusado a nascer antes da invenção
da anestesia, lembras-te?
Partilhavas comigo essa alegria de verificar as melhoras do
mundo - não é a vida hoje infinitamente mais amável que nos
tempos da escravatura, da inquisição ou do nazismo? Outros
argumentavam que ainda existem escravos, inquisidores, nazis,
vítimas e torcionários. Mas nós respondíamos, incessantemente,
esta verdade simples: eles existem, mas nós sabemos. E
sabemo-lo porque já não partìcipamos dessa selvajaria.
Domesticámo-nos. criámos leis e direitos e esforçamo-nos por
os tornar universais.
Olhávamos à nossa volta e não víamos o tão apregoado deserto
de valores, excepto na boca dos que mais o denunciavam. o
vazio era, para nós, esse consenso de estereótipos sobre um
passado mítico. Antes-da-Queda-da-Alma. Como se as almas
caíssem à água num raid coreográfico simultâneo, afogando as
suas toucas de flores e pernas altas em tanques
estherwillianamente iluminados. Como se a alma não fosse um
vício, e por isso resistente, coisa que até a esbranquiçada
Fanny Owen podia agustinianamente descortinar.
Como se vazio não fosse, desde tempos imemoriais, o nome
atribuído, em pânico, ao florescer do novo, de novo
regressado.
Criara-se uma rede internacional de Pregoeiros dos Valores
Mortos - Altas Autoridades disto e daquilo, com automóveis,
gabinetes e altíssimos salários para decidir dos limites da
moralidade nas mais variadas áreas. Pessoas que se habituam a
fazer coincidir o seu pensamento com o daqueles que lhes
pagam, e se julgam honestamente inocentes e livres. Mas em que
outra época da História se falou tanto de Ética?

Em que outra época nasceram tantas associações de defesa das
crianças, dos deficientes, das mulheres, dos animais, dos
presos e dos condenados à morte? A Filosofia da Decadência,
tão em voga, parecia-nos apenas a variante democrática da
Filosofia da Ditadura. Uma forma de podar a inteligência
criativa: abriguem-se, meus filhos, que o mundo vai acabar.
Não se passa um dia, nestes anos de fim de milénio, em que
um Grande Vulto Criador não proclame, diante de uma euforia de
câmaras e uma audiência sôfrega, que a literatura, o cinema, o
teatro ou a pintura estão a morrer. Vejo-os, solenes,
destinando o naufrágio épico das suas iluminadas posteridades.
Infiltro-me no ar transpirado de um café em fim de tarde, e há
uma mulher de quarenta e cinco anos, abatida pelo contínuo
esforço cirúrgico de não ter mais do que vinte e cinco, que
acende um cigarro e diz:
- Ah, os jovens já não se apaixonam como nós nos
apaixonávamos.
Vinte anos antes dela, outra mulher de quarenta e cinco
anos, muito mais velha porque a cirurgia ainda não tinha
evoluído, diz:
- Ah, nós apaixonávamo-nos de uma maneira muito mais forte
do que estes jovens de hoje.
Nós nunca dissemos: Ah, no nosso tempo. Ah, os jovens. Nós
nunca nos deixámos mastigar pela versão retocada dessa
ideologia velhíssima que confunde transformação com
degenerescência. Eu queria, quero ainda, agarrar um sentido,
costurar as histórias, fazer da História um mar inteligível -
e tu ralhas-me, com razão, uma razão que fica sempre aquém
dessa ciência impossível que tacteio.
Se as vozes se pudessem expor como a roupa dos anúncios de
moda de que tanto gostavas, tu sozinho compunhas o catálogo
completo dos tons masculinos. Abres cada uma das vogais até à
máxima frivolidade, fecha-las de repente para assobiar os
ésses à maneira das cobras indomesticáveis. Depois vais ao
fundo do corpo buscar a melodia lenta dos sentimentos, que
passeias em cintilações opacas sobre os olhos de papel. Assim
intermitentemente iluminados, os teus olhos desfiam a lista
completa dos personagens que viveste. Deitas a voz em mil véus
sobre as palavras, porque sabes que o discurso falha - um grão
de vaidade, duas gotas de mentira, uma rodela de pudor. "Que
se lixe", dizias. "O tanas", dizias: "De tanto espremeres a
vida, acabas espremida, cachopa. E já não tens muito por
onde." As palavras contrastavam-te brutalmente com os lenços
de seda italiana. Enganam e consolam, as palavras. Como a
seda.
Ando à caça de palavras resplandecentes, tropeço nelas
dentro e fora da vida, interpreto, magoo-me, interpreto outra
vez, sujo-me, borro a pintura da cara que não tenho, das caras
que fui desenhando sobre a cara que me faltou - mas ah, os
jovens, nunca. Nunca soube o que eram "os jovens", nunca soube
o que era "o meu tempo".
Chegava sempre tarde a todo o lado, lembras-te?
Provavelmente para chegar mais cedo à morte. Morri tantas
vezes antes de morrer - morri sempre que o amor parava, e o
amor estava sempre a parar dentro de mim. Parava e crescia,
comia tudo o que eu sabia. Eu imaginava frases novas como
barragens contra essas vagas que me levavam. Mas as barragens
caíam, eu voltava morta à praia, renascia a tremer de frio, na
noite marítima. Então construía de novo a minha barragem,
agarrava-me aos meus mortos passados, presentes e futuros,
envelhecia e renascia, engelhada e sôfrega. Falava. Falava
incansavelmente do que sabia e do que desconhecia, esperava
que me mandassem calar para ouvir apenas o vento das palavras
definitivas dançando como um louco descabelado nesse opaco
interior do meu corpo.
Onde está agora o amigo imaginário da minha infância
solitária? Morava-me no fígado, nos pulmões, no estômago e no
sangue.

Sempre que me sentia mal pedia-lhe que consertasse os
fusíveis, que me limpasse as entranhas esburacadas, e ele
obedecia. O caos era temporário, porque esse amigo imaginário
existia, conferindo realidade à minhavida. Há tão pouca
realidade numa vida - bocados desgarrados de história, pedras
voando pelo ar, chocando-se na estratosfera, curto-circuitando
os nossos propósitos. Amava esse curto-circuito, provocava-o.
Para que a perfeição pudesse atingir-se com um só jacto de
riso - louca brincadeira de um Deus trocista e permissivo. Ah,
os jovens só pensam em sexo, dizem os que só pensam em sexo,
já não sabem amar, dizem os que já esqueceram os nomes dos que
amaram, os que só amaram nomes, os que só.
Tu não estás só - não me sentes, real amiga imaginária?
Distribui a dor que te deixei pelos famintos de dor, meu
querido, pelos que não experimentaram ainda a mobilização do
sofrimento. Faz-me existir nesse trabalho de conferir beleza
aos dias póstumos. Havia uma criança abandonada chorando por
detrás de uma porta, no centro da nossa cidade. Havia uma
criança que acabou por morrer de fome, arranhando a porta, sem
que os vizinhos, ouvindo esse choro incessante, se movessem. E
se nessa criança habitasse o segredo derradeiro da teoria
quântica? Há tão poucas pessoas cujo talento possa salvar-nos
- e nem sequer sabemos descobri-las e salvá-las. Consolamo-nos
na beleza imediata das coincidências, escapa-nos a beleza
catastrófica dos acasos. Os herdeiros dos Incas vendem
fissuras de sorrisos em Machu Picchu - crianças que gastam
toda a inteligência nas moedas da miséria, pés mordidos pelo
frio, abraçadas a lamas, andrajadas nas cores brilhantes de
que os turistas gostam. Se Einstein tivesse nascido nas
montanhas mágicas do Perú, teria tido oportunidade de nos
oferecer a nossa relatividade? A surdez para o sofrimento dos
acasos permanece no centro da nossa tão sofisticada ciência
animal. Cada lágrima que choras por mim, fechado na tua casa
de silêncio, representa um dia a menos na vida da próxima
criança que vai morrer lentamente, na requintada Europa, sem
ter sequer conhecido os prazeres da vida. A mãe foi
surpreendida a meio de um negócio de heroína, e telefonou da
prisão, em voz baixa, a um amigo, para que fosse buscar a
criança a casa. O amigo não estava, ela deixou recado num
telemóvel que o amigo já não usava, porque não tinha dinheiro
para o recarregar. Uma funcionária da prisão ouviu o recado
secreto dessa mulher que preferiu arriscar a vida do filho a
perder a sua posse.
Vem na Bíblia, sabes, questão de decisão salomónica - por
mais que não queiras está lá tudo. Então a funcionária da
prisão enviou um fax muito eficiente e com menção de urgência
aos Serviços Sociais, solicitando-lhes que fossem rapidamente
ao domicílio da arguida resgatar a criança sozinha. Deu-se o
acaso de a responsável pela distribuição de faxes estar de
férias. A chefe do serviço, assoberbada de trabalho, irritada
com o excesso de calor e a preguiça doméstica do marido,
deparou-se com um monte de faxes caídos no chão, deu-lhes uma
vista de olhos global e atirou-os para o caixote do lixo, sem
reparar no fax com menção de urgência.
Esta sucessão de ínfimos acasos fez com que um bebé de nove
meses ficasse entregue a si mesmo, à fome e à sede, num
apartamento europeu, até que os vizinhos alertassem as
autoridades para o mau cheiro que vinha daquele piso.
Mas tu, porque caminhas para a morte e agradeces à ordem
natural das coisas cada um dos teus dias de sol, dirás que a
culpa é da organização da sociedade. Dormirás tranquilo,
aninhado no conforto da falta que eu te faço. Morrendo
devagar, partícula a partícula. Ouço o som da morte na tua
pele, livro que se encarquilha na câmara húmida do tempo. Os
teus órgãos arrefecem - há quanto tempo não te arde o coração?





( hoje acordei com vontade de mim. o que é bom, para uma pessoa que tem chocolate debaixo das unhas e uma dor de cabeça do tamanho do mundo.)

Saturday, May 26, 2007

there's nothing here, but what here's mine.

eu também devia ver as cenas assim há um ano atrás.

ainda me tento lembrar do que me esqueci e esquecer do que me lembro.

mesmo assim. foi A noite. sem dúvida nenhuma.

Wednesday, May 23, 2007

Asneira? Impossível? Sei lá! Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.




(hoje alma amarela com Pessoa a disparatar. deu-me vontade de a ouvir. e lembrei-me da Chakka. ela uma vez fez-me um desenho assim daqueles todos "the cureanos" e mandou-mo. era giro.)

Tuesday, May 15, 2007

" Whenever You Find Yourself Deconstructed It's A Good Starting Point ". oh really ?





quero sacrificar o lado sentimental.

começo a deixar de o suportar.

mas até o relógio da cozinha anda ao contrário.

e marca as horas certas.









/ if Lucy fell :: Whenever You Find Yourself Deconstructed It's A Good Starting Point

Thursday, May 3, 2007

um pouco acerca da insustentável leveza do ser?


toda a gente gosta de espelhos.
nem toda a gente gosta do próprio reflexo.
como chapéus de côco, putas de empatias ou foder em silêncio.
(vamos fumar um cigarro ao contrário desta vez.)

Wednesday, April 25, 2007

testing...1, 2,..4?

olá.
pode-se dizer olá?