Thursday, February 14, 2008

waiting for that macrame bird of prey to come down and sing.



and love is my love is
it's the only thing that
butterfly in Thailand.

Sunday, February 10, 2008





que me engula o compasso,

o tempo,

o que quiser,

mas que não dance na minha campa mascarado de outra coisa qualquer,

depois de me matar à queima-roupa.

já não sei o que quero dizer.

então cala-te e escuta o que não te dói.

Saturday, February 9, 2008

o meu cabelo tem vindo a crescer.

todos os dias me pergunto se é tempo de pegar na tesoura e de o cortar.

é uma filhice de putice pensar-se nisso assim.







estou num sabe-se lá semi-profundo.
espero que isto não acabe num esgotamento nervoso, ou coisa que (v)o(s) valha.
-C. é o quê?
-é Dó.
-C. é Dó.?
(risos)
tenho segredos.mas não os vou vender.

Wednesday, February 6, 2008

i



passeava pelo reflexo dos olhos.
e ficava-se por ali.



os passos do meu passado,
vão-se cruzando, de tempos a tempos,
com as minhas pegadas quotidianas.
abraço o que conheci
para poder entender
o que aí vem.
e fico-me com o amador
que não conhece
a sua dualidade,
mas que me vai amando,
no amanhecer,
para lá do tempo.

achava
eu

mas eu é que
sou
o que não sei
ser.

tenho saudades de (te a)mar
no espaço que fica entre os teus olhos
e os teus pés,
sem que a fala nos atrapalhe.
e só se ouça o burburinho
(do bater do coração -
e olha,
que o relógio não me coma os minutos até ti.)

Monday, February 4, 2008

bom dia, vou dormir.

não foi este o dia que eu vi nascer.

o que sente, é o infinito a esborratar a cor dentro das paredes.a savana ficou atrás da memória, escondeu-se no espaço que se cria, individualmente do espaço que o tempo criou. procura verde. azul céu. a nuvem pode ficar cor-de-rosa, por favor.tem um sorriso incandescente, ás vezes, para quem lhe papa as manhas todas, guarda outro sorriso, mais luminoso, no bolso que não é só seu. aí não há manhas. fora com as cartas dos baralhos.aqui jogam com dados.rebolam pintas pretas em cubos brancos.no tapete de relva, ficam sons de cantigas entre amigos. cancioneiro é o que o medo nunca trouxe. há que desafinar uns com os outros, enquanto o dia nasce. que me entretenha o sono num colchão.
já não sei como acordei.

não foi este o dia que eu vi nacer.
mas ele fica aqui. parado, enquanto avança, a ser o que é.eu vou-me enfiar debaixo de água.e dormir.

boas noites.

amanhã não há domingo.

Thursday, January 10, 2008

tira a mão do queixo, não penses mais nisso.

e a liberdade é uma maluca, que sabe quanto vale um beijo.