
no final de tudo,
ao querer ir para o raio que nos parta,
deixamos o suspiro mudo
quando tocamos o que não nos farta.
é que a mentira nisto tudo de se ser,
é tocar com as mãos em Deus
mesmo sem-se saber.
(ou os versos que são só meus.)
pode ser isto e outra coisa qualquer, então.
panasonic youth. ^^
(já há muito tempo que não escrevo. mas lembrei-me disto, que foi a melhor coisa que me mandaram nos últimos tempos. rir é saudável, rir é saudável.)
gargalhada.
é agora que eu rebento com as veias dos braços e salto de vez para o eco do riso.
(andava há dias a pensar neste videoclip, não é muito habitual, mas fui atingida pela vontade de me rir. abençoado VH1. mais uma velinha rôxa para acender ao lado da Santa de plástico imaginária. vamo-nos comercializar e esquecer o resto...)